A popularização dos novos games
Com uma participação cada vez maior na indústria de jogos, os games online já representam um terço do mercado total de entretenimento no mundo. Os consoles de video game, que antes eram restritos ao tempo livre de crianças e adolescentes, deram lugar a milhares de possibilidades. Televisão, publicidade, celulares e mídias sociais agora são permeados pela lógica dos games, invadindo nossas vidas.
A plataforma dos jogos online existe há pouquíssimo tempo, comparada aos mais de 30 anos da existência de consoles de videogame. Mas os jogos onlines vêm se tornando cada vez mais lucrativos. Em 2010, foram mais de 20 bilhões de dólares de faturamento em games que, de uma maneira ou de outra, têm como principal plataforma os meios online. Os social games têm inúmeras facetas, que vão desde os já tradicionais jogos para Facebook até games sociais mobile multi-plataforma.
O assunto vai longe, e também tem vez na Campus Party Brasil. O debate “Social games: a gamitificação do mundo” terá as participações de Guilherme Tsubota, ator e dublador, que idealizou personagens para TV Ratimbum, como Bernardo, nos Caça-Livros, e o Dudu, no desenho Gelê, e de Bruno André Mikoski, co-fundador e diretor criativo da Monster Juice, empresa focada em desenvolvimento de games, responsável pelo desenvolvimento de social games na Techfront (Quepassa.com) e coordenador de desenvolvimento RIA na JWT/Casa.
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