A Campus Party pra mim é… “um ponto de encontro”

Típico campuseiro, André Pase, 31 anos, é professor da Faculdade de Comunicação da PUC-RS e um dos coordenadores da especialização em Desenvolvimento de Jogos Digitais da Universidade. Bem, deu pra perceber que ele se sente em casa aqui, não é? Aqui na CP ele palestrou sobre as possibilidades de inovação na TV Digital brasileira.

É a terceira vez que o André participa do evento e para ele o mais legal é poder conhecer pessoas que você só conhecia offline. “Tem um monte de gente que eu só conheço de vista, mas aí chega aqui e você já pergunta como tá a família, já combina de vir no próximo ano. O grande barato da Campus pra mim é ela ser um ponto de encontro”, conta André.

Pode ser até meio contraditório que em uma festa da internet as relações sejam mais fortes pessoalmente do que online. Para ele, as pessoas não precisam ter receio de baixar, compartilhar arquivos, fazer parte das redes sociais, mas o legal mesmo é usar a ferramenta que está na sua frente como gancho para conhecer pessoas.

Pessoalmente ou virtualemente, para Pase a Campus Party já faz parte do calendários dos geeks: “No verão é a Campus, no inverno o FISL”, afirma.

E para você, o que a Campus Party representa?

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